Quando a Lei Seca entrou em vigor, eu não estava por aqui, então meio que perdi o referencial quanto à agressividade no trânsito e essas coisas. Mas se tem uma consequência que salta aos olhos é: a falta de disponibilidade de táxis.
Aliás, acho que, se fizessem uma pesquisa, ficaria comprovado que os taxistas foram os que mais ganharam com o medo de ser pego numa blitz. Tente encontrar um táxi disponível numa sexta ou num sábado à noite. Você pode se considerar sortudo se o tempo de espera informado for menor do que quarenta e cinco minutos... mas só se, depois de cinquenta a cooperativa não ligar informando que, infelizmente, não foi encontrada nenhuma unidade disponível para atendê-lo. Isso se ligar, porque já vi casos em que depois de ultrapassado e muito o tempo de espera, o cliente que teve que ligar para ouvir a voz da mocinha, na maior cara-de-pau, dizendo que não há unidade disponível ("e eu não avisei porque não quis, problema seu").
Não sei se existe solução para este problema. Talvez, com o tempo, os motoristas fiquem mais conscientes e saiam à noite para curtir sem álcool (é divertido também, bem que poderiam tentar). Ou aprendam a dividir, um se "sacrificando" por vez (em um carro, cabem cinco pessoas, por que ir sozinho? Aliás, dar carona é uma medida que também combate o aquecimento global).
Mas, enquanto isso não acontece, vou continuar ligando para a cooperativa para agendar um táxi com, pelo menos, quatro horas de antecedência.
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